{"id":636,"date":"2008-11-06T00:32:47","date_gmt":"2008-11-05T23:32:47","guid":{"rendered":"http:\/\/www.montedospinheirinhos.com\/diary\/?p=636"},"modified":"2008-11-06T00:35:29","modified_gmt":"2008-11-05T23:35:29","slug":"lepiota-procera","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.montedospinheirinhos.com\/diary\/lepiota-procera\/","title":{"rendered":"Lepiota Procera"},"content":{"rendered":"<p align=\"center\">Com a chegada do Outono e depois da chuva, \u00e9 nas madrugadas frias e debaixo da neblina que a Natureza nos presenteia com uma das suas mais extraordin\u00e1rias vis\u00f5es, os cogumelos.<\/p>\n<p align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" id=\"image637\" height=\"375\" alt=\"Lepiota Procera\" src=\"https:\/\/www.montedospinheirinhos.com\/diary\/wp-content\/uploads\/2008\/11\/Lepiota.jpg\" width=\"500\" \/><\/p>\n<p align=\"center\">De todas as variedades que a classe dos fungos revela, uns comest\u00edveis, outros\u00a0venenosos, aqui\u00a0\u00e0 volta do Monte debaixo das orlas dos pinheiros ou dos sobreiros, todos os anos\u00a0tenho a possibilidade de poder apanhar uma das esp\u00e9cies mais apreciadas e abundante em Portugal, a <em><strong>Lepiota Procera<\/strong><\/em> ou como \u00e9 vulgarmente conhecida no Alentejo, a P\u00facara. Noutras partes\u00a0do pa\u00eds tem outros nomes tais como Frade, Gasalho, Cogordo, Marifusa, R\u00f3culo\u00a0ou Parasol.<\/p>\n<p align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" id=\"image638\" height=\"375\" alt=\"Lepiota Procera\" src=\"https:\/\/www.montedospinheirinhos.com\/diary\/wp-content\/uploads\/2008\/11\/IMG_0214.jpg\" width=\"500\" \/><\/p>\n<p align=\"center\">A sua forma ov\u00f3ide inicial d\u00e1 lugar a um chap\u00e9u magn\u00edfico que pode atingir um di\u00e2metro consider\u00e1vel de at\u00e9 cerca de 40 cm. O seu exterior com um <em>mamilo <\/em>central castanho escuro\u00a0e as suas escamas acastanhadas com uma textura esfarrapada faz lembrar as velhas vestes dos frades medievais, donde um dos seus nomes. Tem um p\u00e9 alto e\u00a0um anel que se solta do manto e fica livre, correndo ao longo do p\u00e9 quando manuseado. A sua carne \u00e9 branca\u00a0e sedosa com cheiro a avel\u00e3.<\/p>\n<p align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" id=\"image639\" height=\"375\" alt=\"Cesto de P\u00facaras\" src=\"https:\/\/www.montedospinheirinhos.com\/diary\/wp-content\/uploads\/2008\/11\/Cogumelos1.jpg\" width=\"500\" \/><\/p>\n<p align=\"center\">Em dois dias consegui dar com muitos e bons exemplares que, grelhados com azeite, alhos e um pouco de sal deram um petisco simples mas fant\u00e1stico.<\/p>\n<p align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" id=\"image640\" height=\"375\" alt=\"Cesto de P\u00facaras\" src=\"https:\/\/www.montedospinheirinhos.com\/diary\/wp-content\/uploads\/2008\/11\/Cogumelos.jpg\" width=\"500\" \/>\u00a0<\/p>\n<p align=\"center\">\u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com a chegada do Outono e depois da chuva, \u00e9 nas madrugadas frias e debaixo da neblina que a Natureza nos presenteia com uma das suas mais extraordin\u00e1rias vis\u00f5es, os cogumelos. De todas as variedades que a classe dos fungos revela, uns comest\u00edveis, outros\u00a0venenosos, aqui\u00a0\u00e0 volta do Monte debaixo das orlas dos pinheiros ou dos&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_kad_post_transparent":"","_kad_post_title":"","_kad_post_layout":"","_kad_post_sidebar_id":"","_kad_post_content_style":"","_kad_post_vertical_padding":"","_kad_post_feature":"","_kad_post_feature_position":"","_kad_post_header":false,"_kad_post_footer":false,"footnotes":""},"categories":[12],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.montedospinheirinhos.com\/diary\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/636"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.montedospinheirinhos.com\/diary\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.montedospinheirinhos.com\/diary\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.montedospinheirinhos.com\/diary\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.montedospinheirinhos.com\/diary\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=636"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.montedospinheirinhos.com\/diary\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/636\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.montedospinheirinhos.com\/diary\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=636"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.montedospinheirinhos.com\/diary\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=636"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.montedospinheirinhos.com\/diary\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=636"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}